Novo presidente da Abramet pretende investir na qualificação de especialistas e na busca do fortalecimento das áreas de atuação da medicina de tráfego

Ao conquistar um sonho antes do que esperava, Antonio Edson Souza Meira Júnior não esconde o entusiasmo, nem o sentimento de responsabilidade por assumir a presidência da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet). Aos 36 anos de idade, tomou posse em 11 de janeiro (sábado), com a determinação de produzir avanços no comando da entidade nacional da especialidade e dar contribuição efetiva para o fortalecimento e expansão da medicina do tráfego no Brasil. “Eu estou muito honrado e feliz. Era um sonho para o futuro. Não esperava chegar aqui agora, mas estou motivado com a tarefa”, diz.

Novo líder de uma comunidade com mais de 12 mil médicos em atividade, ele declara orgulho pela especialidade que escolheu e já definiu a agenda estratégica da sua gestão. Nos seus planos, estão a criação do departamento de saúde mental da Abramet, o fortalecimento de áreas técnicas para apoiar a expansão da atuação do médico de tráfego e o desenvolvimento de ações para aumentar a base de associados da entidade e fidelizá-los.

Antonio Meira também pretende dar prosseguimento ao esforço institucional que a Abramet vem fazendo para influenciar o debate em torno das mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que deve ser retomado pela Câmara dos Deputados a partir de fevereiro. Além disso, o novo presidente quer fortalecer o papel da Abramet na defesa da medicina de qualidade, representando e dando assistência aos médicos de tráfego, caminhando de mãos dadas com a Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM), Federação Nacional dos Médicos (Fenam) e sociedades de especialidades.

Casado com Elaine e pai de Enzo, o médico de tráfego nascido em Jequié, interior da Bahia, diz estar aberto para uma nova jornada de aprendizado e partilha: “eu gosto muito de aprender e depois transmitir o conhecimento. Tenho certeza de que terei apoio da minha diretoria e dos nossos ex-presidentes para fortalecer ainda mais a Abramet e continuar na batalha pela preservação da vida no trânsito brasileiro”.

Na véspera de sua posse, concedeu a entrevista a seguir, onde detalha um pouco mais o trabalho que pretende realizar no biênio 2020-2021.

 

Como o senhor avalia o momento atual da medicina de tráfego no Brasil?

AMJr – A medicina de tráfego atualmente é considerada a 17ª maior especialidade entre as 55 reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina. É uma especialidade que tem importância muito grande, pois se relaciona com vários outros campos da medicina. Estamos passando por um momento muito delicado, por causa desse projeto enviado pelo governo, com alterações no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o que pode aumentar a morbimortalidade no trânsito. Uma das atividades do médico de tráfego é atuar na habilitação dos condutores e candidatos a condutores de veículos automotores. A habilitação não é um direito no país, é uma concessão dada pelo estado e exige o cumprimento de algumas etapas. A primeira delas é passar por exame de aptidão física e mental realizado pelo médico de tráfego. Essa exigência está na lei (CTB) e existe uma resolução do Contran dizendo que o médico de tráfego é quem deve fazê-lo. Além disso, com as alterações propostas, estão ampliando a validade da CNH, que está atrelada a validade do exame. Como disse, é um momento delicado. Todas as especialidades médicas passam por uma fase conturbada, em função do aumento indiscriminado do número de faculdades e de médicos “malformados”, mas para a medicina de tráfego, outro grande problema é a mudança do Código de Trânsito, que interfere no seu principal campo de atuação.

Desse cenário descrito, o senhor vê sinais de oportunidades para a especialidade?  

AMJr – Sim, com certeza. Ao mesmo tempo, eu vislumbro um momento importante para o médico de tráfego. Houve uma união da categoria e um alerta para esses profissionais para que melhorem cada vez mais sua atuação. E há a oportunidade de fortalecer a medicina de tráfego preventiva, através da melhor qualificação do exame de aptidão física e mental das pessoas que querem se habilitar, mas também existe uma grande oportunidade para abrir novos horizontes. Precisamos entender que o médico de tráfego pode atuar não apenas como credenciado do Detran para examinar e habilitar uma pessoa para conduzir veículo automotor. Pode também atuar na avaliação da aptidão física e mental de tripulantes de uma aeronave, por exemplo. Também podemos atuar na valoração do dano corporal de vítimas de acidentes de trânsito. Ainda existem os terrenos do atendimento pré-hospitalar, do resgate e do transporte de vítimas de acidentes de trânsito. Como diz nosso diretor Científico, Dr. Flávio Adura, podemos “salvar vidas no asfalto”. Um dos nossos principais objetivos é evitar o acidente, mas quando não conseguimos, podemos atuar mitigando o sofrimento e as consequências dessas tragédias. Temos diversas outras áreas possíveis de atuação para explorar, não ficando presos apenas ao exame de aptidão físico e mental para condutores de veículos terrestres.

 

Que desafios estão colocados para o médico especialista?

AMJr – Penso que o mais importante deles é abrir novos horizontes e prosseguir no estímulo à capacitação e qualificação continuadas. Existem segmentos importantes em que nossa atuação pode ser fortalecida, como a medicina do viajante, medicina de tráfego aeroespacial, o transporte aeromédico, o resgate de vítimas de acidentes e a medicina de tráfego securitária. Vamos caminhar também nessa direção.

 

A sociedade brasileira ainda não tem clareza quanto à atuação do médico de tráfego e sua importância. Como você avalia a inserção da especialidade?

AMJr – Houve época em que o médico de tráfego tinha reservas para declarar sua especialidade. Nos últimos anos, percebemos uma mudança de comportamento e precisamos continuar mostrando a importância dessa especialidade. Todo deslocamento humano, seja terrestre, aquaviário, aéreo, ferroviário, tem relação conosco. Se tem deslocamento do ser humano tem a presença da medicina de tráfego. Nós temos, cada vez mais, de demonstrar orgulho de sermos médicos de tráfego e estarmos conscientes do papel que desempenhamos, ajudando a reduzir o número de mortes e sequelas. A sociedade tem de saber e entender, e nós devemos explicar, que a segunda causa de morte não natural no país é o acidente de trânsito. Em oito estados, o número de mortes no trânsito supera o de homicídios. Graças à atuação do médico de tráfego se consegue reduzir o número de mortes e de sequelas. Muitos sofrem acidente e não morrem, mas ficam com deficiências. Uma das atuações mais louváveis da medicina de tráfego é poder habilitar uma pessoa com deficiência. Importante papel na inclusão social das vítimas de tragédias no trânsito. Essa é nossa missão.

 

Que ações sua gestão planeja para divulgar a especialidade?

AMJr – Precisamos trabalhar junto ao médico de tráfego para aumentar e fidelizar nossos sócios. Somos uma comunidade de aproximadamente oito mil médicos especialistas e mais de 12 mil atuando na especialidade. Faremos uma campanha para trazer mais sócios e outra com foco externo, para que a população saiba qual a importância do médico de tráfego. A Abramet tem 39 anos de atuação, um nome forte e credibilidade no campo científico. Já é referência para a mídia e contribuiu bastante com subsídios técnicos-científicos para elaboração de Leis, a exemplo da “Lei Seca” e Lei das Cadeirinhas”. Vamos fortalecer isso.

 

Nesse contexto, qual a agenda estratégica da nova diretoria da Abramet e seus principais objetivos?

AMJr – Inicialmente vamos focar no PL (nº 3267/2019), que já sofreu alterações, tem um substitutivo e pode ser apresentado na Câmara a partir de fevereiro. Queremos focar na sua aprovação, que depois segue para o Senado. Isso é importante para promoção da saúde e prevenção de acidentes no trânsito. Também vamos trabalhar para zelar pelo nível ético, eficiência técnica, sentido social e aperfeiçoamento da medicina de tráfego.

 

O que o médico de tráfego pode esperar da nova gestão?

AMJr – Tenho extremo orgulho da minha especialidade, que entendo ser de extrema importância para o país. Essa minha paixão será traduzida na forma de trabalho, empenho, compromisso e ação ética para valorizar nossos especialistas e defender seus interesses e os da população. Nessa cruzada, termos um time de diretores de grande capacidade e uma equipe de funcionários também comprometida. Junto, temos como desafio primeiro fortalecer a defesa da especialidade, sempre em busca de, cada vez mais, qualificar o profissional. O médico precisa ser um especialista bem treinado e vamos buscar melhorias, oferecer benefícios para o sócio. Também queremos manter à disposição, dentro de nossas possibilidades, apoio jurídico, científico e defesa profissional. Vamos mostrar cada vez mais ao médico a importância disso e como a Abramet vem batalhando pelo especialista ao longo de quase 40 anos.

Dr. Antonio Meira Jr. – Presidente da ABRAMET e Dr. Lincoln Lopes Ferreira – Presidente da AMB.

ANAMT prestigia de cerimônia de posse da diretoria da ABRAMET

Dra. Rosylane Rocha, o presidente da ABRAMET, Antônio Meira Júnior e José Carlos Duarte Ribeiro, conselheiro do Cremeb

A presidente da ANAMT, Dra. Rosylane Rocha, participou neste sábado (11) da solenidade de posse da diretoria 2020/2021 da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET). A entidade será presidida por Antônio Meira Júnior.

A ANAMT parabeniza a nova diretoria da ABRAMET e deseja sucesso à nova gestão.

Com pedido de união de forças e promessa de trabalho intenso, Antonio Meira Junior assume presidência da Abramet

“Unidos, poderemos buscar o protagonismo de nossa especialidade [Medicina de Tráfego] em importantes debates em torno de questões médicas e de saúde nos deslocamentos humanos. Unidos, conquistaremos aliados junto à população e aos tomadores de decisão (gestores, membros do Poder Judiciário e parlamentares), sempre apresentando nossos argumentos técnicos e científicos, de modo claro”.

LEIA A ÍNTEGRA DO DISCURSO DO NOVO PRESIDENTE

Com essa mensagem de motivação e engajamento tomou posse neste sábado (11), como presidente da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, o médico baiano Antonio Edson Souza Meira Junior. Aos 35 anos, ele sucede no comando da entidade, que representa os interesses de cerca de 8 mil especialistas, ao gaúcho Juarez Molinari, que integrará a nova diretoria como 2º vice-presidente.

REPRESENTANTES – Na solenidade simples e rápida, realizada no auditório da Associação Médica Brasileira (AMB), em São Paulo (SP), estiveram presentes representantes de entidades regionais, nacionais e internacional que atuam na área do trânsito, da saúde e da medicina. Entre eles, Christina Gonzalez, representando o Conselho Federal de Medicina (CFM); Rosylane Rocha, presidente da Associação Nacional de Medicina de Trabalho (Anamt); e Lincoln Ferreira, presidente da AMB e da Confederação Médica Latino-Ibero-Americana e do Caribe (Confemel).

Ainda acompanharam a solenidade, representantes de filiadas da Abramet de vários estados, presidentes de conselhos regionais de medicina, representantes de Detrans, familiares e amigos dos novos diretores. Ainda prestigiaram a posse o presidente do Conselho Superior da Academia Nacional de Seguros, Mauro Batista, o diretor geral do Detran-BA, Rodrigo Pimentel e o presidente do Centran-SP e do Focotran, Frederico Arantes.

Além de Meira Junior, a nova diretoria da Abramet é formada pelos seguintes especialistas em medicina de tráfego: Ricardo Irajá Hegele (1º vice-presidente); Juarez Monteiro Molinari (2º vice-presidente); Fabio Ford Feris Racy (3º vice-presidente); Dirceu Diniz (diretor Financeiro); Flavio Emir Adura (diretor Científico); José Heverardo da Costa Montal (diretor Administrativo); Alberto Francisco Sabbag (diretor de Qualidade Profissional); Dirceu Rodrigues Alves Junior (diretor de Comunicação); Geraldo Guttemberg Soares Junior (diretor de Relações Institucionais); Sônia de Lourdes Pedrosa Guttemberg (diretora de Relações com Federadas); e João Roberto Adura (diretor de Ética Médica).

EMOÇÃO – Em seu discurso, emocionado, Antonio Meira relembrou sua trajetória, agradeceu a esposa e familiares e lembrou do papel importante exercido por “amigos e conselheiros”. Não deixou de expressar sua paixão pela especialidade e assumir, publicamente, a missão de defesa dos interesses da medicina de tráfego e da população.

“Ao assumir a Presidência da Abramet, me comprometo com todos os meus pares e com o meu País a trabalhar incessantemente em prol dessas nobres causas, dentro de um projeto institucional onde ética, justiça, equidade, transparência, respeito e solidariedade não sejam apenas palavras, mas uma postura diante do mundo”, lembrou.

Como desafio inicial, ele apontou a mobilização em prol da aprovação da proposta do deputado Juscelino Filho (DEM-MA), relator do Projeto de Lei Substitutivo ao PL nº 3267/2019, que estabelece mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Segundo disse, esse texto foi formato após longos e exaustivos debates, durante os quais a Abramet – sob o comando de Juarez Molinari – esteve sempre presente.

“Como resultado desse contato com os deputados federais, a proposta enviada pelo Governo foi modificada. Dados elencados pela Abramet, como os indicadores de mortalidade e de morbidade, as avaliações de impacto dos acidentes de trânsito nas contas públicas e sobre os padrões mínimos de segurança a serem respeitados, quebraram resistências iniciais e subsidiaram uma proposta que, se não é a ideal, contempla inúmeros aspectos defendidos por nossa Associação, que valorizam a especialidade e a vida dos brasileiros”, destacou.

PARCEIROS – De acordo com o novo presidente, no retorno do recesso do Congresso Nacional, em fevereiro, a Abramet, por meio de sua nova gestão, intensificará suas ações para assegurar a manutenção do texto acordado. Além disso, ele se comprometeu em atuar em sinergia com as filiadas da Abramet e com “outros parceiros e potenciais parceiros, como organismos internacionais, organizações não governamentais e até entidades de interesse privado que comungam dos mesmos objetivos” da Associação.

Aos associados, o presidente recém empossado expressou seu desejo de intensificar ações pela “valorização de seu trabalho de todas as formas possíveis, estimulando o reconhecimento de sua competência e dedicação pelos gestores. Também atuaremos pela melhor qualificação e capacitação de nossos especialistas, mantendo-os atualizados e preparados para o atendimento”.

“O trabalho da Gestão Abramet 2020-2021 apenas começa e os objetivos traçados constituem um desafio a cada colega especialista e ao Brasil. Unidos, podemos fazer do trânsito brasileiro um exemplo de respeito à dignidade humana, de respeito à vida”, concluiu.

Associação Brasileira de Medicina de Tráfego empossa nova diretoria neste sábado, em São Paulo.

A Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) reunirá a comunidade médica nacional para dar posse à sua nova diretoria, para o biênio 2020/2021. A solenidade será realizada na sede da Associação Médica Brasileira (AMB), no sábado (11), a partir de 9h30, em São Paulo (SP). Entidade nacional, com quase quatro décadas de atuação, a Abramet representa diretamente cerca de 7 mil médicos especialistas em tráfego e é referência por sua atuação na proposição e defesa de medidas que tornem o trânsito brasileiro mais seguro.

Para a presidência da entidade, foi eleito o Antônio Edson Souza Meira Júnior, diretor de Federadas, na gestão 2018-2019, e presidente da regional da entidade no Estado da Bahia. “Teremos a grande responsabilidade de dar continuidade ao trabalho notável desenvolvido pelos presidentes e demais diretores que nos antecederam ao longo dos 39 anos de atuação da Associação”, diz Antônio Meira.

Entusiasmado com as possibilidades de trabalho por novos avanços para a especialidade, o novo presidente afirma que os resultados serão fruto de um trabalho em equipe. “ Esperamos a contribuição de todos para que, juntos, possamos fazer um excelente trabalho em defesa e pelo fortalecimento da Medicina de Tráfego e da preservação da vida no trânsito”, acrescenta.

Segundo Meira, um dos desafios da nova gestão será avançar no debate das mudanças no Código de Trânsito Brasileiro, propostas pelo Projeto de Lei nº 3267, em tramitação na Câmara dos Deputados, que deve ser levado a votação nos próximos meses. A Abramet tem atuado intensamente em torno do tema, com vistas a impedir retrocessos que fomentem o aumento dos indicadores de acidentes de trânsito no país. “Esse é um tema estratégico a que temos dedicado grande esforço de convencimento”, diz o novo presidente da entidade.

A nova diretoria da Abramet foi eleita por chapa única, em agosto de 2019. Liderada por Meira, o grupo é formado pelos seguintes especialistas em medicina de tráfego: Ricardo Irajá Hegele (1º vice-presidente); Juarez Monteiro Molinari (2º vice-presidente); Fabio Ford Feris Racy (3º vice-presidente); Dirceu Diniz (diretor Financeiro); Flavio Emir Adura (diretor Científico); José Heverardo da Costa Montal (diretor Administrativo); Alberto Francisco Sabbag (diretor de Qualidade Profissional); Dirceu Rodrigues Alves Junior (diretor de Comunicação); Geraldo Guttemberg Soares Junior (diretor de Relações Institucionais); Sônia de Lourdes Pedrosa Guttemberg (diretora de Relações com Federadas); e João Roberto Adura (diretor de Ética Médica).

MARQUE NA SUA AGENDA:

Posse da nova diretoria da ABRAMET
Data – 11/01/2020
Horário – 09h30
Local – Associação Médica Brasileira (AMB)
Rua São Carlos do Pinhal, 324 – Bela Vista – São Paulo
Para mais informações: andrea@abramet.org.br

MP 890/2019: Médicos são estimulados a pedir aos políticos que derrubem emendas que distorcem proposta

A votação da Medida Provisória nº 890/2019 pelo Plenário da Câmara dos Deputados está prevista para os dias 22 e 23 de outubro. Na tentativa de sensibilizar os parlamentares a votarem contra as emendas que distorcem a proposta original, enviada pelo Governo, o Conselho Federal de Medicina (CFM) acionou a população médica para agir. Os 475 mil médicos inscritos nos CRMs receberam nesta segunda-feira (21) um e-mail pedindo que acessem uma plataforma especialmente criada para permitir o envio de mensagens aos políticos.

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR A PLATAFORMA

https://sistemas.cfm.org.br/emailparlamentares/contato

No texto, os profissionais pedem o apoio e o voto dos parlamentares contra temas como a flexibilização do Revalida, a permissão para que consórcios estaduais contratem pessoas com diplomas estrangeiros de medicina sem revalidação e a possibilidade de que os intercambistas cubanos continuem a atuar no Brasil.

Para colaborar com a iniciativa, basta acessar a plataforma, inserir os dados solicitados (números do CRM, CPF e estado de inscrição). O tempo para concluir a operação não leva mais do que um minuto. Essa é mais uma medida do CFM para envolver os médicos e a sociedade na sensibilização dos parlamentares para a pauta prioritária atualmente.

Fonte: https://www.abramet.com.br/noticias/mp890-2019/

Abramet integra Câmara Temática de Educação e Saúde para o Trânsito (CTES) do Contran

A Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) é uma das entidades escolhidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para fazer parte de sua Câmara Temática de Educação e Saúde para o Trânsito (CTES). Junto a outras entidades da área médica selecionadas – como o Conselho Federal de Medicina (CFM); a Associação Brasileira de Psicologia de Tráfego (ABRAPSIT); e a Associação Brasileira dos Condutores de Ambulância (ABRAMCA) – a Abramet levará ao colegiado todo o conhecimento acumulado, com vistas a contribuir para uma mobilidade saudável.

As Câmaras Temáticas são órgãos técnicos vinculados ao Contran, formadas por especialistas e com a missão de estudar, preparar sugestões e oferecer embasamento técnico qualificado sobre assuntos que serão deliberados pelo órgão. Cada Câmara é composta por 23 titulares e suplentes, selecionados pelo diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e nomeados pelo Ministério da Infraestrutura para um mandato de dois anos. Esses representantes passam por processo de seleção, em que devem comprovar formação ou experiência em cada área temática. A Abramet participa das Câmaras Temáticas do Contran desde que foram criadas pelo órgão.

Fonte: https://www.abramet.com.br/noticias/abramet-integra-camara-temtica-de-educacao-e-saude-para-o-transito-do-contran/

No Dia do Médico, Abramet conclama associados à luta em defesa da medicina de tráfego

Em homenagem ao Dia do Médico, celebrado nacionalmente em 18 de outubro, a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) parabeniza aqueles que se dedicam à manutenção da segurança, da saúde e da vida dos brasileiros que transitam diariamente. Como tem feito historicamente, a entidade intensificou nos últimos meses sua atuação junto ao Congresso Nacional, a fim de esclarecer e subsidiar os parlamentares a respeito do Projeto de Lei nº 3267/2019, que propõe mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e coloca em xeque a atuação da Medicina de Tráfego.

“A Abramet compartilha com cada um dos 8 mil especialistas desse País o prazer e as dores dessa honrosa missão. A cada um dos médicos de tráfego, desejamos ainda que se mantenham unidos para preservar a nossa vocação médica, uma síntese de técnica, ciência e arte que transforma vidas todos os dias”, destacou o presidente da entidade, Juarez Monteiro Molinari.

Além da justa homenagem aos especialistas, a entidade parabeniza também todos os médicos e aproveita a data para estimular a classe a unir forças em torno dos principais desafios que se impõem à medicina brasileira, cujos reflexos afetam toda a sociedade. “Ao longo dos anos, padronizamos as condutas na avaliação médica para habilitação de motoristas, a partir de conceitos e bases científicas, além de consensos aprovados internacionalmente. Não podemos permitir retrocessos”, ressaltou Antônio Meira Júnior, diretor da Abramet.

DESAFIOS POLÍTICOS – Segundo os representantes da especialidade, atualmente o PL 3267/2019 representa a principal batalha política a ser travada pela Medicina de Tráfego. De iniciativa da Presidência da República, o projeto altera diversos aspectos do CTB, como o aumento no prazo de validade da carteira de habilitação e, consequentemente, do exame médico que garante ao motorista o direito de dirigir. O texto também retira a aplicação de multa para a condução de crianças sem o uso de cadeirinhas, aspecto que causa grande preocupação.

Nesta semana, diretores da Abramet também participaram de sessão solene em homenagem ao Dia do Médico, realizada no Plenário Ulysses Guimarães, da Câmara dos Deputados. No evento, lideranças médicas de todo o País apresentaram aos parlamentares algumas das reivindicações dos médicos brasileiros, como a necessidade de aplicação do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos no Exterior (Revalida), o controle da abertura de escolas médicas e a manutenção do texto original da Medida Provisória 890/2019, que institui o Programa Médicos pelo Brasil.

RECONHECIMENTO – Na oportunidade, os diretores destacaram o trabalho realizado pelos profissionais em prol da assistência à saúde da população e ainda receberam o apoio de diversas entidades pelo trabalho que vem sendo realizado junto ao Congresso Nacional. Dentre os depoimentos estão o do coordenador do Instituo Brasil de Medicina (IBDM), José Luiz Mestrinho, e do presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Lincoln Ferreira.

“A Abramet é uma das associações mais atuantes e presentes no Parlamento. O grupo diretor está de parabéns”, disse Mestrinho. “A situação da violência no trânsito brasileiros está longe do ideal. Mas estaria infinitamente pior, não fosse o esforço heroico dos abnegados colegas da medicina de tráfego, que estão sempre em Brasília para atender o nobre dever de preservar a saúde e a segurança dos seus concidadãos”, completou o presidente da AM

Fonte: https://www.abramet.com.br/noticias/dia-do-medico/

Abramet defende manutenção do exame de aptidão física e mental em audiência na Câmara dos Deputados

A extensão do prazo de validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) pode aumentar o risco de acidentes de trânsito – tanto com vítimas fatais, quanto com futuros portadores de sequelas – e manter nas ruas e rodovias condutores sem as condições físicas e psicológicas necessárias ao pleno exercício da direção. Além disso, a avaliação clínica do condutor deve ser feita periodicamente por médico especialista em tráfego, com a realização de exames específicos para essa finalidade. Essa foi a tônica da mensagem da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), deixada ao Congresso Nacional durante audiência pública realizada nesta semana sobre o PL 3267/2019, que estabelece mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

“As lesões causadas por acidentes são a maior causa de morte não natural no Brasil. Somos o quarto país do mundo onde mais se mata no trânsito”, alertou o médico especialista Flávio Emir Adura, vice-presidente da Abramet e um dos painelistas do debate. “O PL 3267 está na contramão da vida”, frisou. Sua apresentação foi elogiada pelo presidente da comissão especial, deputado Luiz Carlos Motta (PL-SP) e parlamentares que acompanharam o debate. Durante a sessão, Adura e representantes de outras especialidades médicas uniram esforços para esclarecer e sensibilizar os parlamentares, de modo a evitar a flexibilização das regras que fomentam a segurança no trânsito.

“Nós viemos mostrar aos parlamentares que enfraquecer o Código de Trânsito pode nos custar ainda mais vidas e aumentar o risco de acidentes”, afirmou Juarez Monteiro Molinari, presidente da Abramet, que também acompanhou as discussões. “Esse debate é muito importante. A Medicina de Tráfego se posicionou com firmeza, com dados científicos, a favor da especialidade médica e em defesa da segurança do condutor e da defesa da vida”, comentou Antônio Meira Junior, diretor da entidade.

A audiência pública também recebeu representantes do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e a Associação Nacional dos Detrans (AND). Membros da Associação Brasileira de Psicologia de Tráfego (Abrapsit), da Associação Nacional de Clínicas de Trânsito (ANCT), além de uma delegação de médicos e psicólogos de tráfego acompanham a sessão, lotando o plenário. A audiência pública discutiu o tema “Habilitação e exames de aptidão física e mental”.

Exame médico é fundamental – “As principais entidades reconhecem a importância do exame médico e a necessidade de a avaliação do condutor ser feita por um médico especialista de tráfego”, disse Flávio Adura. Segundo ele, o exame de vista é essencial para habilitar o condutor e deve ser acompanhado por outras abordagens. Adura diz que a qualidade do exame de aptidão depende da especialização do médico responsável. “Sem o exame, a validade da carteira não terá mais nenhuma importância”, acrescentou, destacando que a avaliação do condutor deve considerar ainda riscos decorrentes de sua condição, como mulheres gestantes, diabéticos e outros.

As principais causas médicas associadas aos acidentes de trânsito estão ligadas a distúrbios como a apneia do sono, diabetes, doenças cardiovasculares e convulsões. A condição médica do condutor é um dos 11 fatores de risco apontados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Profissionais capacitados – Em sua exposição, a presidente da Associação Brasileira de Psicologia de Tráfego (Abrapsit), Juliana de Barros Guimarães, apresentou dados estatísticos para evidenciar o grave cenário do trânsito no Brasil. Ela defendeu a manutenção do exame de aptidão física e mental e avaliação psicológica e que sejam realizados por médico de tráfego e psicólogo de trânsito, respectivamente.

Para Larissa Abdalla Britto, presidente da Associação Nacional dos Detrans (AND), “não existe a possibilidade” de desvincular a CNH da realização de exames médicos e psicológico periódicos pelo condutor. “A extensão da validade da carteira impede a fiscalização das condições do condutor e desatualiza o sistema de segurança pública”, afirmou. Ela defendeu o aperfeiçoamento dos exames e que sejam realizados por médicos especialistas em tráfego.

Ponto de equilíbrio –  Parlamentares da comissão especial voltaram a criticar o projeto, defendendo que seja retirado pelo governo. “Com exceção do Denatran, todos os convidados são contra o projeto”, disse o deputado Mauro Nazif (PSB-RO), que já pediu a retirada da proposta. “Esse é o primeiro projeto do CTB que não passa pelo Ministério da Justiça ou pela Polícia Rodoviária Federal. Isso é atípico”. Para o deputado Mauro Lopes (MDB-MG), o projeto foi pensado no “calor da disputa eleitoral” e preparado por pessoas que não conhecem o sistema nacional de trânsito.

Para a deputada Christiane Yared (PL-PR) há um número elevado de infratores contumazes no trânsito brasileiro e é preciso levar o tema mais a sério. “Esse país está lavado em sangue”, declarou. “Se não pode dirigir, tem que ser retirado da rua”, completou. Já o deputado João Carlos Bacelar (PODE-BA), reforçou: “Não tenho mais dúvidas que o Exame de Aptidão Física e Mental tem que ser realizado pelo Especialista em Medicina de Tráfego”.

Relator da proposta, o deputado Juscelino Filho (DEM-MA) descartou a retirada do PL e reafirmou que o desafio da comissão é aperfeiçoar suas imperfeições. “Vamos propor um substitutivo que vai tratar o que estiver compatível com a defesa da vida, da segurança do trânsito e a redução de acidentes”, avisou. Ele informou que seu parecer será apresentado na primeira quinzena de novembro, com a expectativa de concluir a votação no mesmo mês.

Fonte: https://www.abramet.com.br/noticias/abramet-defende-manutencao-do-exame-de-aptidao-fisica-e-mental-em-audincia-na-camara-dos-deputados/

SBU se reúnem em Brasília no Gabinete do Dep. Sérgio Vidigal

Escritório de representação da SBU em Brasília, reuniu-se no Gabinete do Deputado Dr. Sérgio Vidigal no dia 11 de setembro de 2019 para alinharem o 12º Fórum de Políticas Públicas e Saúde do Homem, o fórum é realizado todos os anos no mês de novembro e já consta no calendário da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados. O tema de 2019 será Saúde do Homem do Setor de Transportes e contará com a participação do Serviço Nacional de Aprendizagem Social do Transporte (SEST) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (SENAT) são instituições voltadas para a valorização dos transportadores autônomos e trabalhadores do setor de transporte. A ABRAMET – Entidade que congrega os especialistas em Medicina de Trafégo e que trabalha em busca de melhorias para a atuação dos médicos e consequente preservação a vida. Para falar sobre essa ação serão convidados alguns especialistas de cada instituição para debaterem sobre a questão do setor de transporte brasileiro. Serão convidados ainda: Coordenação de Saúde do Homem, Saúde do trabalhador do Ministério da Saúde, representante dos caminhoneiros e do Tráfego. Serão debatidos a Saúde do Homem no Brasil – A PNAISH, Políticas Públicas em Saúde do Trabalhador no Brasil e a Saúde do Homem Trabalhador do Setor de Transportes no Brasil com a visão do SEST SENAT, SBU, ABRAMET e do trabalhar. O Evento será no dia 26 de novembro às 14h na Câmara dos Deputados.

(Dr.Antonio Meira (Diretor de Federadas da ABRAMET, Dr. Arilson Carvalho (Presidente ABRAMET MG), Dr. Juarez Molinari (Presidente da ABRAMET, Ada (Assessora do Dep. Sérgio Vidigal -Gabinete), Dr. Rômulo (SBU) Katienne (SEST SENAT) e Luiz Renato (SEST SENAT))

Fonte: https://www.abramet.com.br/noticias/sbu-se-reunem-em-brasilia-no-gabinete-do-dep-sergio-vidigal/

Colunista do Estadão defende que seja mantido rigor na avaliação física e mental de condutores

O jornal Estado de S.Paulo publicou em sua edição desta segunda-feira (14) artigo assinado pelo colunista Antônio Penteado Mendonça, que destrinchou os prejuízos decorrentes dos acidentes de trânsito para a saúde e a economia no Brasil. No texto “Prevenir não é só dirigir de acordo com as regras, o advogado defende a manutenção das atuais regras do Código de Trânsito Brasileiro – algumas delas colocadas em xeque pelo Projeto de Lei 3267/219 – e vai além: é importante “tornar cada vez mais rigorosos os exames físicos e mentais nos exames para a habilitação dos motoristas. Da mesma forma que se deve ter médicos treinados para executá-los”.

Ao pontuar diversos aspectos sobre o tema, o autor conduz o leitor à reflexão: “como não exigir testes rigorosos para aferir as condições físicas e mentais dos candidatos a motoristas? Será que alguém com cinco graus de miopia ou com uma deficiência muscular grave nas pernas pode dirigir sem tomar as providências necessárias para minimizar seu problema? Será que alguém com problemas mentais sérios está apto a dirigir no trânsito brasileiro? É evidente que não”, assegura.

Segundo Penteado Mendonça, que também é secretário-geral da Academia Paulista de Letras e vice-presidente do Conselho Superior da Academia Nacional de Seguros, os exames de aptidão física e mental (EAFM), hoje aplicados por médicos de tráfego, são essenciais para triar com um mínimo de acurácia quem tem ou não capacidade para dirigir com segurança. “É trafegar em qualquer grande cidade para ver as barbaridades que são cometidas por motoristas que não têm noção do que é dirigir numa via pública. E boa parte dos acidentes nas estradas acontecem porque os causadores não estão familiarizados com as rodovias”, lamentou.

LEIA ABAIXO A ÍNTEGRA DO ARTIGO.

Prevenir não é só dirigir de acordo com as regras

Por Antonio Penteado Mendonça, no Estadão

O Brasil está entre os campeões mundiais de acidentes de trânsito. Se usarmos as 40 mil mortes e mais de 200 mil invalidezes permanentes como parâmetro, considerando que menos de um terço têm vítimas, teremos mais de 700 mil acidentes de trânsito por ano. É um número trágico, pela perda de vidas, pelos inválidos e prejuízos de todas as ordens deles resultantes.

É difícil quantificar o total dos prejuízos decorrentes dos acidentes de trânsito, mas a ordem de grandeza é alta, na casa dos bilhões de reais.

Se apenas as indenizações pagas pelo DPVAT ultrapassam a casa de R$ 1,4 bilhão, a soma de todos os acidentes gera pelo menos mais R$ 3 bilhões em perdas diretas e um valor muito mais alto com os custos indiretos, especialmente os gastos da Previdência Social com o pagamento das indenizações, aposentadorias e pensões destinadas às vítimas e seus beneficiários, ao longo dos anos.

As razões que nos colocam entre os países com mais acidentes de trânsito são variadas e encontram razão de ser em todos os setores da sociedade. Quem sabe, a primeira e mais importante seja a quase certeza de impunidade na imensa maioria dos casos.

A maioria dos acidentes tem origem na culpa e não no dolo. Assim, a não configuração da culpa grave ou da vontade de causar o dano é um forte aliado dos motoristas irresponsáveis, que não estão nem aí se vão ou não causar um acidente e se nele pode haver vítimas, apenas porque estavam no lugar errado, na hora errada.

Mas, além da impunidade, outros fatores contribuem para os nossos recordes negativos. Entre eles, merece destaque a falta de manutenção de grande parte das ruas e estradas nacionais. A responsabilidade é do Estado, mas, para bom número de nossos administradores públicos, isto é absolutamente indiferente. Palavras como estudos técnicos, realização das obras e manutenção são boas para discursos feitos, invariavelmente, na cola de um acidente que horroriza a sociedade.

As péssimas condições de nossas vias cobram um alto preço dos proprietários de veículos e de suas vítimas. Mas, além delas, vale ressaltar a imprudência do motorista, ou de um grande contingente deles, que não hesita um minuto em encher a cara, tomar remédios tarja preta ou se drogar e pegar sua “máquina” e sair desembestado, sem a menor condição de dirigir.

As blitz estão se tornado mais corriqueiras, mas estão longe de se estenderem pela maior parte do território brasileiro, onde os acidentes em decorrência da irresponsabilidade dos motoristas se materializam nos casos acima e na falta de manutenção mínima dos veículos, o que faz com que a falta de freios e os pneus carecas assumam parcela significativa do total de acidentes, seguidos de toda sorte de problemas no motor, na suspensão, na estrutura do carro etc.

Só que há mais. E este mais, ao contrário do exposto até aqui, raramente é lembrado quando o tema são os acidentes de trânsito. A instrução do motorista é fundamental para reduzir o número de ocorrências. E os exames de aptidão física e mental são essenciais para triar com um mínimo de acurácia quem tem ou não capacidade para dirigir com segurança.

É trafegar em qualquer grande cidade para ver as barbaridades que são cometidas por motoristas que não têm noção do que é dirigir numa via pública. E boa parte dos acidentes nas estradas acontecem porque os causadores não estão familiarizados com as rodovias.

Além disso, como não exigir testes rigorosos para aferir as condições físicas e mentais dos candidatos a motoristas? Será que alguém com cinco graus de miopia ou com uma deficiência muscular grave nas pernas pode dirigir sem tomar as providências necessárias para minimizar seu problema? Será que alguém com problemas mentais sérios está apto a dirigir no trânsito brasileiro? É evidente que não.

Daí a importância de tornar cada vez mais rigorosos os exames físicos e mentais nos exames para a habilitação dos motoristas. Da mesma forma que se deve ter médicos treinados para executá-los.

Fonte: https://www.abramet.com.br/noticias/colunista-do-estado-defende-que-seja-mantido-rigor-na-avaliacao-fisica-e-mental-de-condutores/