Em nota, Abramet defende o uso da ciência para combater o coronavírus no Brasil

A Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) divulgou nota, na quarta-feira (25), defendendo a ciência como fonte preferencial para a tomada de decisões e formulação de orientações pelas autoridades sanitárias brasileiras para a prevenção eficaz à transmissão do novo coronavírus no Brasil. Dirigida aos médicos de tráfego e à sociedade, o documento também endossa a condução do enfrentamento à pandemia pelo Ministério da Saúde.

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A entidade pondera que, passados três meses do surgimento do primeiro caso de COVID-19, ainda não há informação segura sobre sua transmissão e efeitos no longo prazo, cenário que torna a atividade científica decisiva para o controle e prevenção do contágio. “Até o presente momento, a ciência aponta o cuidado mais rigoroso com a higiene, a proteção individual e o isolamento social como mecanismos mais eficazes para evitar o contágio e o surgimento de novos casos”, diz a nota.

Científico – Representante de milhares de médicos de tráfego em todo o Brasil, a Abramet mantém mobilizado seu departamento científico e acompanha a evolução da pandemia de COVID-19 no Brasil e no mundo, divulgando recomendações aos especialistas em medicina de tráfego. A entidade também tem colaborado com o esforço de contenção da transmissão, recomendando a suspensão de atividades e contribuindo com outras entidades da comunidade médica e do governo federal na disseminação das medidas de prevenção.

Na nota, a Abramet reitera sua confiança no trabalho do Ministério da Saúde, cujas decisões, destaca, têm sido ancoradas na experiência internacional e no conhecimento científico acumulado até o momento. Por fim, a Associação reconhece os impactos da pandemia na atividade econômica, mas reitera a defesa das medidas de prevenção, especialmente o isolamento social, para conter a transmissão da infecção.